Passa não, Trovoada

Conrad roset_

Tudo muda e o que  antes era fardo agora brilha como oportunidade.Posso aproveitar o sossego do escuro. Fazer um ninho com minha pequenice.

Assim o fiz. A luz elétrica e branca cansa o que sinto. Desejo a vela acesa, pavio queimado no laranja que antecede o choro da parafina.

Desliguei o acessório dos ventos para conhecer a cantoria lá de fora. Na trovoada branda fez-se o sono preguiçoso.

Me rendo ao momento.

Dou ponto na linha do pensamento, criando paz macia que afaga a inquietude moderna. Juntando meus traços faço ninar a selvageria do tempo.

Me devolvi ao alento.

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