Tocar Estraga

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Das garimpadas inspiradoras que pego em ondas virtuais, certa vez respirei interesse profundo sobre a arte, ideias e estilo de vida de Jemima Kirke.

Lembro de uma entrevista em que ela falava sobre a aflição de não poder tocar nas obras de arte ao visitar exposições.

Concordei. É frustrante.

Hoje mudei de opinião. Talvez amanhã eu transforme meus pensamentos novamente mas, diante do agora, digo que não.

Às vezes é melhor não tocar. De repente, o que sinto vira outra coisa, destruindo o que foi sentido.

O que parecia gelatina vira vidro queimado. O que antes foi pedra preciosa resgatada do oceano, transforma-se em poliéster.

A frouxidão está no fato de que, a concha perolada sempre foi, simplesmente, mero pedaço de plástico, como boa parte das sensações visuais.

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