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claudia

Embebedei o pão no café preto.

Comi, paciente, cada célula de trigo viva. O último pedaço é como o primeiro dia de vida.

Dancei meu ritual divinamente coreografado.

Um rumor esquisito entre meus órgãos. É o grito da manhã que me chama.

Dia em branco, aberto às cores com que irei criar minha realidade.

Eu crio. Sou brilho. Sou amor. Sou união da perfeição de todos os átomos.

Conectada, visto o sol e agradeço pelo cumprimento: bom dia com vento manso.

Minha raiz é todo o universo.

 

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