Me Conta Sobre Ela

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Qual é a cor da liberdade?!

Deve ter sabor de vento, quando prega peça desprevenido e lasca um sorriso.

Ventania com gosto de chuva sem horário nem ponteiro marcado.

Deve ser uma película que permite se despojar. Branco sem medo de sujeira. Não precisar de telefone para viver.

Na liberdade devem caber apenas as palavras sonoras, ditas com arranco de ar.

Ser nomeado pela energia, sem letra de cartório. Assinatura como cor vibratória.

Tronco torto que não é reto nem ditoso. Apenas nasceu com envergaduras de outros raios.

Desejo senti-la um dia, a tal liberdade.

Por inteiro, sem sombra de dúvida, só o clarão do amor inerte.

Sei o caminho: é o mesmo início do medo. Desassocia a mente que subordina e, se for pra ser subordinado, que seja do próprio coração.

Escravidão de coração pode ser livre?

E quando a alma se acorrenta à liberdade? Tem nome ou vira mistura de um?

Isso é coisa de homem incomodado. Mulher inquieta. Toda gente doida. Ser vivo vivente.

Liberdade deve ser Ser, apenas.

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