Red

sabrina

Tenho andado muito vermelha ultimamente.

Não é paixão, luxúria ou fervor. Nem fúria, dor, ou profundeza de sentimento.

É uma sensualidade criativa, amortecida dos escândalos do mundo.

Devagar, num silêncio preciso.

Presságio de uma vitalidade expressiva.

Sim, importa. Porque vermelho é sentido sem limites.

Talvez seja isso: um desejo pelo que é forte, e ilimitado.

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