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xi pan

Quando me ofereço ao sol a aquecer meu rosto sonolento

Prefiro ouvir o sentimento dos ares.

Inerte no caos do meu despertar lento.

O que faço estática nos primeiros ventos?

Escuto a linha entre o canto e a veste

Tomo brasa fresca ao acordar, enquanto condenso minha luz para que não se esparrame em vão.

Mas existe vão à toa? Luz é qualquer coisa boa.

Abraço é espaço entre astros.

E com as pálpebras fechadas, torno-me espelhada, por todo o brilho que absorvi.

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