Não Tem Nome

malifischer3

Saudade boa é quando se mata.

A minha, fragmentada, luta pelo alívio de ser liberta.

Enquanto existe, um tormento teimoso que não se acaba.

Nuvem tempestuosa, essa, fazendo-me chover pela metade.

Viver os pólos da dualidade.

Não é só alarde.

De início, boa. Chia agora, dolorida.

Ansiedade insistente, praga que não se elimina.

Mas eu preciso agradecer.

Pela água, pelo alimento, pelo ar.

pela saúde, pelo abrigo, pela família.

Não pela saudade.

Mas pela esperança do seu sumiço.

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