Da Vista que se Abre

olaf

Vou mirando alto num foco de desembaraço

e entre os ramos livres, tento percorrer alguma brecha

que me diga qual é o caminho

a receita

o método

toda bula inteira.

Sem coro não corro, por nada a ser alcançado.

Apenas o desvendamento da minha própria descoberta.

Entre os ramos livres, eu espiava pelo azul da brecha.

Uma flor sem nome

sem batismo nem plantio pensado.

Só a largura de cima a baixo

que era para o olhar ser mais longo,

mais encantado o deslumbramento,

mais preenchido o que não precisava ser dito.

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